Tribuna Livre discute afastamento da presidente do Conselho Municipal de Saúde de Arapiraca, Cida do Bolo

Com a presença  de membros do Conselho Municipal de Saúde, líderes comunitários, professores e presidentes de partidos políticos, a Câmara Municipal de Arapiraca, realizou na noite desta terça-feira (10), sessão ordinária, que depois abriu espaço para a realização de uma Tribuna Livre, com a presença de Maria Aparecida Santos, Cida do Bolo, que foi afastada por noventa dias do Conselho Municipal de Saúde, pelo Conselho de Ética do órgão,  sob o argumento de que ela teria sido preconceituosa e discriminatória, ao se negar a retornar para Arapiraca, depois de  partcipar de um Encontro de Mulheres, em Maceió, em um dos carros da secretaria municipal de Saúde, que transportava pacientes de hemodialise e quimioterapia, no Hospital Geral, na Capital alagoana.

A Tribuna Livre, que iniciou por volta das 20h30, foi encerrada extamente às 23h35, depois de muitas discussões e críticas ao Conselho de Ética do Conselho Municipal de Saúde.

Sempre chorando, justamente quando os oradores, principalmente integrantes da sociedade organizada,  presidentes  de partidos e dirigentes sindicais faziam a sua defesa, onde todos afirmavam categoricamente não conhecer aquele comportamento citado pelos conselheiros, Cida do Bolo, disse que há mais de vinte anos, trabalha em benefício da comunidade e se não veio no carro citado, é porque não queria passar nenhuma bactéria para as pessoas que se encontravam naquele carro e tinham feito tratamentos em hospitais de Maceió.

A presidente da Câmara Municipal de Arapiraca, Professora Graça, abriu o espaço para que os representantes de entidades representativas, também fizessem o uso da palavra e externassem suas opiniões.

Em todas elas, a palavra de ordem foi uma só: que a atitude do Conselho de Ética foi preciptada e considerada injusta, principalmente por não ter dado a oportunidade de defesa para a presidente afastada, Cida do Bolo.

Em determinados momentos, quando os ânimos eram alterados, onde algumas pessoas chamavam a secretária Aurélia Fernandes, de “Coronel de Saia”, a presidente Professora Graça, pedia moderação na linguagem e tratamento do assunto.

Por várias vezes, presidentes de partidos políticos,  sindicalistas e líderes comunitários, afirmaram que houve uma perseguição política por parte da gestora da pasta da Saúde e afirmavam a todo momento, que os atuais representantes do Conselho Municipal de Saúde, não os representavam e pediam o seu afastamento e o retorno da Cida do Bolo.

Por sua vez, os vereadores Willomaks da Saúde, Léo Saturnino, Rogério Nezinho, Gilvania Barros, Pastor Marcos Caetano, Sérgio do Sindicato, Moisés Machado, Dr. Fábio, foram unanimes em afirmar que houve injustiça por parte do Conselho de Ética e pediram que houvesse uma reunião para tratar do assunto.

A Professora Graça, ao encerrar os trabalhos, parabenizou a todos os participantes pela maneira democrática como o assunto foi abordado, porém, deixou claro a sua opinião, ao classificar como falta de dialogo e até de bom sendo tratar a questão.

Segundo a Professora Graça, o problema que deria ter sido resolvido dentro do próprio Conselho de Ética, ter chegado ao conhecimento da sociedade.

Ela disse que é preciso que haja imparcialidade nas discussões de assuntos tão importantes assim, para que as pessoas envolvidas, não possam ser prejudicadas sem o direito de defesa.

Ascom

 

1 Comentário

  1. Sou a favor de Cida do bolo foi muito injusto o que fizeram com ela,chega de injustiça de passar a mao no erro pra agradar a quem se acha grande.

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